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terça-feira, 3 de março de 2009
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Blogs de Contabilidade
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terça-feira, 19 de agosto de 2008
Artigo | Marketing e Contabilidade
Segue artigo sobre Marketing e Contabilidade enviado pelo formando Jesuel Laureano, do 8COAN da UniBrasil:
1. Introdução
Este artigo tem como objetivo demonstrar a importância do marketing como ferramenta de sucesso profissional para o profissional contábil, para isso, foi feita uma pesquisa bibliográfica, que visa demonstrar sobre a relevância do assunto pautado.
O Novo Perfil do profissional da Contabilidade. Diante deste quadro sensivelmente favorável, alguns aspectos preponderantes deveriam ser considerados no planejamento profissional, pois é levado a administrar sua própria carreira. Todo escritório de contabilidade, a realidade das relações humanas. O contador deixou de ser o antigo guarda-livros, hoje ele controla organizações, orienta empresários, planeja investimentos e o serviço contábil mesmo, é feito por funcionários e seus programas de computadores. Atualmente, o contador deve ser extremamente atencioso, comunicativo e carismático, essa mudança de comportamento faz, com que observamos escritórios com décadas de existência estarem perdendo terreno para novos profissionais, pois os mesmo começam suas atividade com todo o perfil do profissional da era moderna. Existindo a necessidade das relações humanas, o contador que não se atentar a tal realidade, estará voltado a ser um guarda-livros, e necessidade do mercado é muito mais ampla.A visita a seus clientes periodicamente, a participação de eventos sociais, palestras, cursos, a colaboração com alguma instituição social, a divulgação da empresa se mostrando no mercado,a atenção ao cliente numa relação pessoal são pontos importantes num processo de relacionamento. Calcada ainda na existência da ética, pois há uma enorme diferença entre concorrência e ética e, podemos afirmar que a concorrência se faz necessária em todos os segmentos, agora a ética ou a falta dela, abala a imagem de muitos profissionais, que muitas vezes tomam atitudes condenáveis, Contanto observamos o surgimento e crescimento de vários escritórios de contabilidade, os quais atualmente prosperam baseados na plataforma de: ética, organização, estrutura e competência. Como o exposto vimos que o marketing tem participação valiosa junto a contabilidade, pois trabalhando em conjunto e com qualidade com os demais departamentos, ajudará à sua organização a obter lucro através da satisfação do seu mercado-alvo consumidor.
2. Marketing: Conceito e Aplicação
Na concepção de LAS CASAS (1991), Marketing do inglês “mercadoria” este esclarecimento se faz necessário, pois este termo foi adotado no Brasil por volta de 1954, que foi traduzido por mercadoria, quando surgiram os primeiros movimentos para a implantação de curso específico em estabelecimento de ensino superior, desde então tem sido adotada esta expressão. Todavia, esse termo no inglês tem significação de ação no mercado com uma conotação de dinâmica, e não de simplesmente de estudos de mercado como a tradução sugere. Sendo estas discussões publicadas por vários autores nacionais, razão pela qual não entenderemos o aspecto da adequação da tradução para o português. Para se entender o significado de marketing o ideal é começar com a definição clássica da literatura mercadológica. Segundo a Associação Americana de Marketing, citada por LAS CASAS (1991), definiu como o desempenho das atividades comerciais que dirigem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor ou usuário. E apesar de inúmeras críticas, a este conceito por não estar totalmente completo. Ele é adotado por vários autores para satisfazer o aspecto operacional da administração de marketing, sendo este um passo inicial para a sua compreensão de seu significado. Em qualquer trabalho de comercialização o administrador haverá realizar um planejamento das quatro variáveis (produto, preço, distribuição, promoção), dando maior ou menor ênfase em cada uma delas dependendo do objeto de comercialização. Há alguns casos, como na área de serviços, em que os instrumentos podem ser modificados, porém com a mesma função, com no caso de certos serviços profissionais em que transportes devem ser substituídos por abertura de escritório, dentro da função de distribuição, as quatro variáveis relacionada formam o chamado composto de marketing (marketing-mix). Poderemos então entender Marketing de acordo com a definição da Associação Americana de Marketing (1991), que Marketing consiste no planejamento das quatro variáveis do composto mercadológico já apresentado, sugerindo esta definição que o marketing sempre foi praticado, em qualquer lugar, no tempo e espaço, com maior ou menor grau de utilização. Em muitas vezes impostos pela tecnologia do período em que viviam. A comercialização de produtos em a preocupação com a embalagem, por exemplo; com o desenvolvimento do auto-serviço, deu lugar a esta importância em particular.
A promoção de vendas que era feita de forma pessoal, ou mesmo de anuncio em jornal, devido à época a falta de outros serviços de comunicação, nos dias de hoje são divulgados na mídia, permitindo assim a sua massificação de inúmeros produtos e serviços. A rapidez do transportar de hoje, é o oposto do transporte anterior, que era geralmente mais lentos e inseguros. A comercialização moderna não consiste só na transferência de produto do produtor ao consumidor, marketing é uma disciplina moderna e embora inclua todas estas características de comercialização são bastante diferentes de épocas passadas. O que diferencia destas comercializações antigas é a postura dos comerciantes que devem considerar o consumidor como ponto de partida para qualquer negócio. É uma postura que se deve incorporar na empresa em todos os níveis. Devendo fazer esforço para satisfazer os consumidores. Sendo esta orientação conhecida com o conceito de marketing que diferencia as empresas modernas, que o aplicam das formas, tradicionais e antigas de comercialização. Portanto, a definição da Associação Americana de Marketing (1991), assim como muitas outras, tem sido criticadas por muitos autores, e a principal ração é portanto não incluir o conceito, preocupando-se apenas com a definição de um marketing operacional, que não caracteriza totalmente a maneira moderna de comercializar, Pois a aplicação do marketing está relacionada com a satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores.
3. Serviços
“Serviços constituem uma transação realizada por uma empresa ou por um individuo cujo objetivo não esta associado a transferência de um bem. Entre as varias definições e colocações, destaca-se a de Rathmell. Numa distinção implícita que faz entre bens e serviços, ele considera bem como alguma coisa – um objeto, um artigo, um artefato ou um material – e serviço como um ato, uma ação, um esforço, um desempenho” .”(LÃS CASAS, 2002, p. 17)A Associação Americana de Marketing (1991) define serviços como “aquelas atividades, vantagens ou mesmo satisfações que são oferecidas à venda ou que são proporcionadas em conexão com a venda de mercadorias”.O que mais caracteriza a área de serviço é a que considera como um ato, esforço ou desempenho, podendo apresentar-se em varias formas, pois muitos serviços estão associados a transferência de um bem.Pois as situações em que se transfere alem de um bem físico, serviço de assessoria e cobrança, qual é o caso dos corretores, porem a situações em que se pode prestar serviços de conhecimentos profissionais sem que haja a transferência de um bem que é o caso do advogado. Considerando essas situações definir serviços como atos ou ações caracteriza a parte intangível presente a qualquer das situações. Todavia percebesse que varia de acordo com a situação.
4. Marketing de Bens versus Marketing de Serviços
“Devido a característica de intangibilidade, o profissional de Marketing tem maior flexibilidade para determinar preços, uma vez que os parâmetros de comparação não são tão rígidos. O nível do profissional pode ser diferenciado. Por isso, conforme o caso, o preço pode até passar como um beneficio insignificante”. LAS CASAS (2002, p. 205).Os serviços por serem intangíveis necessitam de fatores para se desenvolverem uma vez que não possuem uma parte visível a ser apresentado ao cliente. A principal diferença entre o marketing de bem e de serviços esta na imagem e da administração de evidencia. O serviço não vem moldado em embalagem, necessitando, entretanto a aparência de quem presta o serviço e a eficiência no seu desempenho para definição de sua imagem. Considera-se como a embalagem do produto serviços, todos os fatores que envolvem sua prestação, como citados acima, eficiência e qualidade no seu desempenho.No âmbito mercado, não se encontram muitas diferenças entre marketing de bens e de serviços, uma vez que em ambos o administrador deverá conhecer e entender o que o mercado esta precisando, para assim poder adequar seus produtos ou serviços de acordo com as normas ditadas pelo mercado; deverá conhecer o processo de motivação de compra de seus clientes, para então desenvolver uma estratégia de marketing.
5. Contador: Conceitos sobre sua imagem no mercado de trabalho
O profissional da área de Contabilidade possui dados que a empresa precisa e abastece-a com informações vitais como os números históricos da empresa, os números atuais e projeções futuras sempre fundamentadas em informações já existentes tanto da empresa como do mercado em que a empresa atua e essencialmente do momento sócio-econômico do ambiente em que a empresa atua e seus expectativas de curto e longo prazo.A imagem da Contabilidade bem como a de seu profissional o contador, até então era conhecida meramente com um guarda-livros. No entanto, gradualmente o contador vem firmando sua imagem perante a sociedade, de uma peça fundamental na administração de quaisquer organização, seja ela privada, pública, ambiental ou organizacional. O contador é o responsável em fornecer informações aos administradores das organizações, orienta os empresários, planeja investimentos. Atualmente, o contador, deve possuir além de um leque de conhecimento contábil, político e econômico, uma boa comunicação e essencialmente carisma, com essas características fundamentais, o contador garante sua oportunidade de competir no mercado de trabalho atual, podendo também devido seu conhecimento da empresa a atuar em qualquer escalão da área administrativa, caso contrario retroagirá ao tempo em que era visto apenas como um guarda-livros.O uso de dados contábeis é uma das formas mais utilizadas pelos executivos para obterem informações, em grande parte devido a possibilidade de disporem desses dados facilmente na própria empresa. Os dados apresentados de forma regular podem fornecer para os administradores importantes informações como tendências dos lucros, nível de gastos, contas a pagar, compras realizadas, vendas feitas por áreas, clientes e afins. O importante porem é que cada um dos dados tomam seu rumo certo. Informações sobre custos devem ser fornecidas ao gerente de compras e produção, ao passo que as vendas por área e cliente ao gerente de vendas ou marketing, etc. Definido o papel do contador em uma só palavra-chave, teríamos o conceito de transparência, ou seja, uma maneira de garantir o ambiente de controle e informações completas sobre processos contábeis, responsabilizando cada envolvido e buscando sempre as boas praticas de governança corporativa.
6. O papel da contabilidade dentro das micros e pequenas empresas
Quando se menciona em micro e pequena empresa logo a tendência é não dar muito importância, pois até os órgãos oficiais governamentais também não dão a devida importância a elas, mas estas empresas tem algo de vigoroso no papel fundamental no contesto da economia nacional.Recentemente começamos a dar maior valor a esses empreendedores de pouco sorte desamparados ou deixados a sua própria sorte. Muitas das causas da mortalidade dessas empresas é devido a falta de planejamento prévio pois não fizeram nenhum planejamento ou plano de negócio para entrar nessa atividade. O despreparo também para gestão empresarial também é outro causa, isto e, não tinham fluxo de caixa, nem controle financeiro nenhum orientação sobre a comercialização, e ainda formação de preços adequados e controles de estoques. Daí o papel preponderante dos escritórios de contabilidade em que essas empresas estão sobre seus cuidados, pois eles próprios foram o que fizeram a abertura dessas empresas. A falta de valorização dos trabalhos de contabilidade, onde as empresas não querem pagar o devido trabalho, os escritórios se acomodaram e fornecem estritamente o necessário para cumprir as obrigações fiscais legais, deixando de orientar com relação a contabilidade gerencial que são as informações analisadas para tomadas de decisões. Daí depreende o alto índice de mortalidade já nos primeiros 6 meses da maiorias das micros e pequenas empresas.Os escritórios de contabilidade poderiam realizar a essas empresas sem onerar muito seus custos talvez um pequeno reajuste na suas mensalidades e oferecer um numero maior de serviços a essas empresas, por exemplo: confrontação das compras mensais através dos livros de entrada com as vendas pelos livros de saída, verificação mensal do estoque se não há excesso, pois isso poderia criar problemas de caixa. Orientação do empresário na formação do preço de venda, pois é de fundamental embutir no preço os impostos, as despesas e o lucro desejado. Montar uma planilha simples de fluxo de caixa, onde seriam registrados o saldo atual de caixa, as previsões de entradas pelas duplicatas ou vendas a receber e ainda, previsão de vendas futuras, e as saídas que são os pagamentos já empenhados e previsão de gastos futuros. Essa pequena contribuição seria de grande valor para as micros e pequenas empresas, eles começariam a monitorar dia-a-dia a sua empresa evitando a surpresa no levantamento do balanço que ocorre anualmente. O empresário também poderia freqüentar cursos de capacitação e gestão de empresas que são oferecidos pelas entidades publicas e privadas e outras associações de classe.
7. Origem da Contabilidade
A Contabilidade seja talvez, tão antiga quanto a origem do Homo-sapiens. Alguns historiadores fazem remontar os primeiros sinais objetivos da existência de contas aproximadamente a 4000 a.C. Entretanto antes disso, o homem primitivo ao inventariar o número de instrumentos de caça e pesca disponíveis, ao contar seu rebanho, ao contar suas ânforas de bebidas, já estava praticando uma forma rudimentar de Contabilidade. Na invenção da escrita, a representação dos números normalmente tem sido uma precedência histórica. Logo, é possível localizar os primeiros exemplos completos de Contabilidade, seguramente no quarto milênio a.C, entre a civilização Sumério-Babilônica sendo possível que algumas formas rudimentares de contagem de bens possam ter sidos realizadas bem antes disso, talvez por volta do sexto a.C. E claro que a Contabilidade teve evolução relativamente lenta até o aparecimento da moeda. Na época da troca pura e simples de mercadorias, os negociantes anotavam as obrigações, os direitos e os bens perante terceiros, todavia tratava-se de um mero elencar de um inventário físico, sem avaliação monetária. A preocupação com as propriedades e a riqueza é uma constante da Antiguidade como hoje também o é, e o homem deve ir aperfeiçoando seus instrumentos de avaliação e mensuração da situação patrimonial à medida que as atividades forem desenvolvem-se em dimensão e em complexidade. A Contabilidade reflete uns dos aspectos dos anseios mais arraigados no homem, isto é, põe ordem nos lugares em que se reina o caos, tomando pulso no empreendimento e comparando uma situação inicial com outra mais avançada no tempo. De certa forma o “homem contador” põe em ordem, classifica, agrega e inventaria o que o “homem produtor”, em seu anseio de produzir, vai, às vezes desordenadamente amealhando dando condições a este último para aprimorar cada vez mais a quantidade e a qualidade de seus bens produzidos, por meio da obtenção de preciosas informações sobre o que conseguira até o momento. Em certas organizações pequenas, poderão ainda faltar o economista, um engenheiro ou técnico em Administração, mais certamente não faltará o técnico em Contabilidade “para tocar” a escrituração como, vulgarmente se afirma. Isto caracteriza a essencialidade da função contábil e de acordo com a evolução da forma organizacional e com as dimensões do empreendimento, avoluma-se e enobrece a função contábil. Torna-se então o contador também o primeiro analista das informações produzidas pelo sistema por ele montado e um dos auxiliares mais importantes na tomada de decisões dentro da entidade. Assim, a importância e a essencialidade da Contabilidade são incontestes para os novos aprendizes. Sabendo assim que a essencialidade e por que não dizer, a extraordinária beleza desta nobre e antiga disciplina são por poucos reconhecidas, a este poucos são normalmente, pessoas de grande experiência e descortino.
Vimos assim, que a Contabilidade é tão antiga quanto ao homem que pensa, é tão antiga quanto ao homem que conta e que é capaz de simbolizar os objetos e seres do mundo por meio de escrita que nas línguas primitivas tomava, em muitos casos feições pictóricas. O grau de desenvolvimento das teorias contábeis e suas práticas está diretamente associado, na maioria das vezes ao grau de desenvolvimento, comercial, social e institucional da sociedade, cidade ou nações. É fácil assim entender passando por cima da Antiguidade, porque a Contabilidade teve seu florescer, como disciplina adulta e completa nas cidades italianas de Veneza, Gênova, Florença, Pisa e outras. Estas cidades e outras da Europa fervilhavam de atividade mercantil, econômica e cultural mormente a partir do século VIII até o início do século XVII. Representaram o que de mais avançado poderia existir, na época, em termos de empreendimentos comerciais e industriais insipientes.
Foi realmente nesse período inconteste que Frei Luca Pacioli escreveu o seu famoso Tractatus de Computis eti Scripturis, provavelmente sendo o primeiro a dar uma exposição completa e com riqueza de detalhes, ainda hoje atuais, da Contabilidade. Iniciando-se assim, o que se chamou nesse período de “Escola Italiana”.Para FRANCO (1996, p. 21), “Contabilidade é a ciência que estuda os fenômenos ocorridos no patrimônio das entidades, mediante o registro, a classificação, e demonstração expositiva, a análise e a interpretação desses fatos, com o fim de oferecer informações e orientação - necessária à tomada de decisões – sobre a composição do patrimônio, suas variações e o resultado econômico decorrente da gestão da riqueza patrimonial”.
Conclusão
A intenção ao escrever este artigo, é a de mostrar que o profissional de Contabilidade teve que se adaptar a nova realidade que exige o mercado. Dissociando do velho estigma que marcou por longo tempo, que era a figura do guarda-livros. Pois o mercado exige não só uma reciclagem, mas uma nova postura, uma nova evolução, diante deste mesmo mercado tão exigente e competitivo. Portanto foi apresentado o marketing como uma ferramenta primordial para desenvolver a marca Contabilidade, tornando-a mais cristalina e necessária para tomada de decisões em uma empresa e numa interação entre cliente e prestador de serviços, ambos se completam em beneficio da prosperidade da empresa.
Autores:
1. Introdução
Este artigo tem como objetivo demonstrar a importância do marketing como ferramenta de sucesso profissional para o profissional contábil, para isso, foi feita uma pesquisa bibliográfica, que visa demonstrar sobre a relevância do assunto pautado.
O Novo Perfil do profissional da Contabilidade. Diante deste quadro sensivelmente favorável, alguns aspectos preponderantes deveriam ser considerados no planejamento profissional, pois é levado a administrar sua própria carreira. Todo escritório de contabilidade, a realidade das relações humanas. O contador deixou de ser o antigo guarda-livros, hoje ele controla organizações, orienta empresários, planeja investimentos e o serviço contábil mesmo, é feito por funcionários e seus programas de computadores. Atualmente, o contador deve ser extremamente atencioso, comunicativo e carismático, essa mudança de comportamento faz, com que observamos escritórios com décadas de existência estarem perdendo terreno para novos profissionais, pois os mesmo começam suas atividade com todo o perfil do profissional da era moderna. Existindo a necessidade das relações humanas, o contador que não se atentar a tal realidade, estará voltado a ser um guarda-livros, e necessidade do mercado é muito mais ampla.A visita a seus clientes periodicamente, a participação de eventos sociais, palestras, cursos, a colaboração com alguma instituição social, a divulgação da empresa se mostrando no mercado,a atenção ao cliente numa relação pessoal são pontos importantes num processo de relacionamento. Calcada ainda na existência da ética, pois há uma enorme diferença entre concorrência e ética e, podemos afirmar que a concorrência se faz necessária em todos os segmentos, agora a ética ou a falta dela, abala a imagem de muitos profissionais, que muitas vezes tomam atitudes condenáveis, Contanto observamos o surgimento e crescimento de vários escritórios de contabilidade, os quais atualmente prosperam baseados na plataforma de: ética, organização, estrutura e competência. Como o exposto vimos que o marketing tem participação valiosa junto a contabilidade, pois trabalhando em conjunto e com qualidade com os demais departamentos, ajudará à sua organização a obter lucro através da satisfação do seu mercado-alvo consumidor.
2. Marketing: Conceito e Aplicação
Na concepção de LAS CASAS (1991), Marketing do inglês “mercadoria” este esclarecimento se faz necessário, pois este termo foi adotado no Brasil por volta de 1954, que foi traduzido por mercadoria, quando surgiram os primeiros movimentos para a implantação de curso específico em estabelecimento de ensino superior, desde então tem sido adotada esta expressão. Todavia, esse termo no inglês tem significação de ação no mercado com uma conotação de dinâmica, e não de simplesmente de estudos de mercado como a tradução sugere. Sendo estas discussões publicadas por vários autores nacionais, razão pela qual não entenderemos o aspecto da adequação da tradução para o português. Para se entender o significado de marketing o ideal é começar com a definição clássica da literatura mercadológica. Segundo a Associação Americana de Marketing, citada por LAS CASAS (1991), definiu como o desempenho das atividades comerciais que dirigem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor ou usuário. E apesar de inúmeras críticas, a este conceito por não estar totalmente completo. Ele é adotado por vários autores para satisfazer o aspecto operacional da administração de marketing, sendo este um passo inicial para a sua compreensão de seu significado. Em qualquer trabalho de comercialização o administrador haverá realizar um planejamento das quatro variáveis (produto, preço, distribuição, promoção), dando maior ou menor ênfase em cada uma delas dependendo do objeto de comercialização. Há alguns casos, como na área de serviços, em que os instrumentos podem ser modificados, porém com a mesma função, com no caso de certos serviços profissionais em que transportes devem ser substituídos por abertura de escritório, dentro da função de distribuição, as quatro variáveis relacionada formam o chamado composto de marketing (marketing-mix). Poderemos então entender Marketing de acordo com a definição da Associação Americana de Marketing (1991), que Marketing consiste no planejamento das quatro variáveis do composto mercadológico já apresentado, sugerindo esta definição que o marketing sempre foi praticado, em qualquer lugar, no tempo e espaço, com maior ou menor grau de utilização. Em muitas vezes impostos pela tecnologia do período em que viviam. A comercialização de produtos em a preocupação com a embalagem, por exemplo; com o desenvolvimento do auto-serviço, deu lugar a esta importância em particular.
A promoção de vendas que era feita de forma pessoal, ou mesmo de anuncio em jornal, devido à época a falta de outros serviços de comunicação, nos dias de hoje são divulgados na mídia, permitindo assim a sua massificação de inúmeros produtos e serviços. A rapidez do transportar de hoje, é o oposto do transporte anterior, que era geralmente mais lentos e inseguros. A comercialização moderna não consiste só na transferência de produto do produtor ao consumidor, marketing é uma disciplina moderna e embora inclua todas estas características de comercialização são bastante diferentes de épocas passadas. O que diferencia destas comercializações antigas é a postura dos comerciantes que devem considerar o consumidor como ponto de partida para qualquer negócio. É uma postura que se deve incorporar na empresa em todos os níveis. Devendo fazer esforço para satisfazer os consumidores. Sendo esta orientação conhecida com o conceito de marketing que diferencia as empresas modernas, que o aplicam das formas, tradicionais e antigas de comercialização. Portanto, a definição da Associação Americana de Marketing (1991), assim como muitas outras, tem sido criticadas por muitos autores, e a principal ração é portanto não incluir o conceito, preocupando-se apenas com a definição de um marketing operacional, que não caracteriza totalmente a maneira moderna de comercializar, Pois a aplicação do marketing está relacionada com a satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores.
3. Serviços
“Serviços constituem uma transação realizada por uma empresa ou por um individuo cujo objetivo não esta associado a transferência de um bem. Entre as varias definições e colocações, destaca-se a de Rathmell. Numa distinção implícita que faz entre bens e serviços, ele considera bem como alguma coisa – um objeto, um artigo, um artefato ou um material – e serviço como um ato, uma ação, um esforço, um desempenho” .”(LÃS CASAS, 2002, p. 17)A Associação Americana de Marketing (1991) define serviços como “aquelas atividades, vantagens ou mesmo satisfações que são oferecidas à venda ou que são proporcionadas em conexão com a venda de mercadorias”.O que mais caracteriza a área de serviço é a que considera como um ato, esforço ou desempenho, podendo apresentar-se em varias formas, pois muitos serviços estão associados a transferência de um bem.Pois as situações em que se transfere alem de um bem físico, serviço de assessoria e cobrança, qual é o caso dos corretores, porem a situações em que se pode prestar serviços de conhecimentos profissionais sem que haja a transferência de um bem que é o caso do advogado. Considerando essas situações definir serviços como atos ou ações caracteriza a parte intangível presente a qualquer das situações. Todavia percebesse que varia de acordo com a situação.
4. Marketing de Bens versus Marketing de Serviços
“Devido a característica de intangibilidade, o profissional de Marketing tem maior flexibilidade para determinar preços, uma vez que os parâmetros de comparação não são tão rígidos. O nível do profissional pode ser diferenciado. Por isso, conforme o caso, o preço pode até passar como um beneficio insignificante”. LAS CASAS (2002, p. 205).Os serviços por serem intangíveis necessitam de fatores para se desenvolverem uma vez que não possuem uma parte visível a ser apresentado ao cliente. A principal diferença entre o marketing de bem e de serviços esta na imagem e da administração de evidencia. O serviço não vem moldado em embalagem, necessitando, entretanto a aparência de quem presta o serviço e a eficiência no seu desempenho para definição de sua imagem. Considera-se como a embalagem do produto serviços, todos os fatores que envolvem sua prestação, como citados acima, eficiência e qualidade no seu desempenho.No âmbito mercado, não se encontram muitas diferenças entre marketing de bens e de serviços, uma vez que em ambos o administrador deverá conhecer e entender o que o mercado esta precisando, para assim poder adequar seus produtos ou serviços de acordo com as normas ditadas pelo mercado; deverá conhecer o processo de motivação de compra de seus clientes, para então desenvolver uma estratégia de marketing.
5. Contador: Conceitos sobre sua imagem no mercado de trabalho
O profissional da área de Contabilidade possui dados que a empresa precisa e abastece-a com informações vitais como os números históricos da empresa, os números atuais e projeções futuras sempre fundamentadas em informações já existentes tanto da empresa como do mercado em que a empresa atua e essencialmente do momento sócio-econômico do ambiente em que a empresa atua e seus expectativas de curto e longo prazo.A imagem da Contabilidade bem como a de seu profissional o contador, até então era conhecida meramente com um guarda-livros. No entanto, gradualmente o contador vem firmando sua imagem perante a sociedade, de uma peça fundamental na administração de quaisquer organização, seja ela privada, pública, ambiental ou organizacional. O contador é o responsável em fornecer informações aos administradores das organizações, orienta os empresários, planeja investimentos. Atualmente, o contador, deve possuir além de um leque de conhecimento contábil, político e econômico, uma boa comunicação e essencialmente carisma, com essas características fundamentais, o contador garante sua oportunidade de competir no mercado de trabalho atual, podendo também devido seu conhecimento da empresa a atuar em qualquer escalão da área administrativa, caso contrario retroagirá ao tempo em que era visto apenas como um guarda-livros.O uso de dados contábeis é uma das formas mais utilizadas pelos executivos para obterem informações, em grande parte devido a possibilidade de disporem desses dados facilmente na própria empresa. Os dados apresentados de forma regular podem fornecer para os administradores importantes informações como tendências dos lucros, nível de gastos, contas a pagar, compras realizadas, vendas feitas por áreas, clientes e afins. O importante porem é que cada um dos dados tomam seu rumo certo. Informações sobre custos devem ser fornecidas ao gerente de compras e produção, ao passo que as vendas por área e cliente ao gerente de vendas ou marketing, etc. Definido o papel do contador em uma só palavra-chave, teríamos o conceito de transparência, ou seja, uma maneira de garantir o ambiente de controle e informações completas sobre processos contábeis, responsabilizando cada envolvido e buscando sempre as boas praticas de governança corporativa.
6. O papel da contabilidade dentro das micros e pequenas empresas
Quando se menciona em micro e pequena empresa logo a tendência é não dar muito importância, pois até os órgãos oficiais governamentais também não dão a devida importância a elas, mas estas empresas tem algo de vigoroso no papel fundamental no contesto da economia nacional.Recentemente começamos a dar maior valor a esses empreendedores de pouco sorte desamparados ou deixados a sua própria sorte. Muitas das causas da mortalidade dessas empresas é devido a falta de planejamento prévio pois não fizeram nenhum planejamento ou plano de negócio para entrar nessa atividade. O despreparo também para gestão empresarial também é outro causa, isto e, não tinham fluxo de caixa, nem controle financeiro nenhum orientação sobre a comercialização, e ainda formação de preços adequados e controles de estoques. Daí o papel preponderante dos escritórios de contabilidade em que essas empresas estão sobre seus cuidados, pois eles próprios foram o que fizeram a abertura dessas empresas. A falta de valorização dos trabalhos de contabilidade, onde as empresas não querem pagar o devido trabalho, os escritórios se acomodaram e fornecem estritamente o necessário para cumprir as obrigações fiscais legais, deixando de orientar com relação a contabilidade gerencial que são as informações analisadas para tomadas de decisões. Daí depreende o alto índice de mortalidade já nos primeiros 6 meses da maiorias das micros e pequenas empresas.Os escritórios de contabilidade poderiam realizar a essas empresas sem onerar muito seus custos talvez um pequeno reajuste na suas mensalidades e oferecer um numero maior de serviços a essas empresas, por exemplo: confrontação das compras mensais através dos livros de entrada com as vendas pelos livros de saída, verificação mensal do estoque se não há excesso, pois isso poderia criar problemas de caixa. Orientação do empresário na formação do preço de venda, pois é de fundamental embutir no preço os impostos, as despesas e o lucro desejado. Montar uma planilha simples de fluxo de caixa, onde seriam registrados o saldo atual de caixa, as previsões de entradas pelas duplicatas ou vendas a receber e ainda, previsão de vendas futuras, e as saídas que são os pagamentos já empenhados e previsão de gastos futuros. Essa pequena contribuição seria de grande valor para as micros e pequenas empresas, eles começariam a monitorar dia-a-dia a sua empresa evitando a surpresa no levantamento do balanço que ocorre anualmente. O empresário também poderia freqüentar cursos de capacitação e gestão de empresas que são oferecidos pelas entidades publicas e privadas e outras associações de classe.
7. Origem da Contabilidade
A Contabilidade seja talvez, tão antiga quanto a origem do Homo-sapiens. Alguns historiadores fazem remontar os primeiros sinais objetivos da existência de contas aproximadamente a 4000 a.C. Entretanto antes disso, o homem primitivo ao inventariar o número de instrumentos de caça e pesca disponíveis, ao contar seu rebanho, ao contar suas ânforas de bebidas, já estava praticando uma forma rudimentar de Contabilidade. Na invenção da escrita, a representação dos números normalmente tem sido uma precedência histórica. Logo, é possível localizar os primeiros exemplos completos de Contabilidade, seguramente no quarto milênio a.C, entre a civilização Sumério-Babilônica sendo possível que algumas formas rudimentares de contagem de bens possam ter sidos realizadas bem antes disso, talvez por volta do sexto a.C. E claro que a Contabilidade teve evolução relativamente lenta até o aparecimento da moeda. Na época da troca pura e simples de mercadorias, os negociantes anotavam as obrigações, os direitos e os bens perante terceiros, todavia tratava-se de um mero elencar de um inventário físico, sem avaliação monetária. A preocupação com as propriedades e a riqueza é uma constante da Antiguidade como hoje também o é, e o homem deve ir aperfeiçoando seus instrumentos de avaliação e mensuração da situação patrimonial à medida que as atividades forem desenvolvem-se em dimensão e em complexidade. A Contabilidade reflete uns dos aspectos dos anseios mais arraigados no homem, isto é, põe ordem nos lugares em que se reina o caos, tomando pulso no empreendimento e comparando uma situação inicial com outra mais avançada no tempo. De certa forma o “homem contador” põe em ordem, classifica, agrega e inventaria o que o “homem produtor”, em seu anseio de produzir, vai, às vezes desordenadamente amealhando dando condições a este último para aprimorar cada vez mais a quantidade e a qualidade de seus bens produzidos, por meio da obtenção de preciosas informações sobre o que conseguira até o momento. Em certas organizações pequenas, poderão ainda faltar o economista, um engenheiro ou técnico em Administração, mais certamente não faltará o técnico em Contabilidade “para tocar” a escrituração como, vulgarmente se afirma. Isto caracteriza a essencialidade da função contábil e de acordo com a evolução da forma organizacional e com as dimensões do empreendimento, avoluma-se e enobrece a função contábil. Torna-se então o contador também o primeiro analista das informações produzidas pelo sistema por ele montado e um dos auxiliares mais importantes na tomada de decisões dentro da entidade. Assim, a importância e a essencialidade da Contabilidade são incontestes para os novos aprendizes. Sabendo assim que a essencialidade e por que não dizer, a extraordinária beleza desta nobre e antiga disciplina são por poucos reconhecidas, a este poucos são normalmente, pessoas de grande experiência e descortino.
Vimos assim, que a Contabilidade é tão antiga quanto ao homem que pensa, é tão antiga quanto ao homem que conta e que é capaz de simbolizar os objetos e seres do mundo por meio de escrita que nas línguas primitivas tomava, em muitos casos feições pictóricas. O grau de desenvolvimento das teorias contábeis e suas práticas está diretamente associado, na maioria das vezes ao grau de desenvolvimento, comercial, social e institucional da sociedade, cidade ou nações. É fácil assim entender passando por cima da Antiguidade, porque a Contabilidade teve seu florescer, como disciplina adulta e completa nas cidades italianas de Veneza, Gênova, Florença, Pisa e outras. Estas cidades e outras da Europa fervilhavam de atividade mercantil, econômica e cultural mormente a partir do século VIII até o início do século XVII. Representaram o que de mais avançado poderia existir, na época, em termos de empreendimentos comerciais e industriais insipientes.
Foi realmente nesse período inconteste que Frei Luca Pacioli escreveu o seu famoso Tractatus de Computis eti Scripturis, provavelmente sendo o primeiro a dar uma exposição completa e com riqueza de detalhes, ainda hoje atuais, da Contabilidade. Iniciando-se assim, o que se chamou nesse período de “Escola Italiana”.Para FRANCO (1996, p. 21), “Contabilidade é a ciência que estuda os fenômenos ocorridos no patrimônio das entidades, mediante o registro, a classificação, e demonstração expositiva, a análise e a interpretação desses fatos, com o fim de oferecer informações e orientação - necessária à tomada de decisões – sobre a composição do patrimônio, suas variações e o resultado econômico decorrente da gestão da riqueza patrimonial”.
Conclusão
A intenção ao escrever este artigo, é a de mostrar que o profissional de Contabilidade teve que se adaptar a nova realidade que exige o mercado. Dissociando do velho estigma que marcou por longo tempo, que era a figura do guarda-livros. Pois o mercado exige não só uma reciclagem, mas uma nova postura, uma nova evolução, diante deste mesmo mercado tão exigente e competitivo. Portanto foi apresentado o marketing como uma ferramenta primordial para desenvolver a marca Contabilidade, tornando-a mais cristalina e necessária para tomada de decisões em uma empresa e numa interação entre cliente e prestador de serviços, ambos se completam em beneficio da prosperidade da empresa.
Autores:
- César Nicanor Rodrigues
- Giuliano Vital da Silva Ramos
- Michel Fabrício de Oliveira Dias
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Marketing & Contabilidade
Segue o Cronograma das Aulas da disciplina de Marketing Empresarial do 8COAN, segundo bimestre de 2008:
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Dicas para Apresentação do TCC
1.Evite Gírias/ cuide o vocabulário
2.Seja objetivo e conciso
3.Olhe nos olhos da banca e da platéia. Demonstre segurança (se estiver com medo, olhe para a testa ou para cabeça que o efeito é o mesmo…)
4.Faça pequenas pausas entre os assuntos.
Seja profissional/ a apresentaço deve ser de igual para igual, com humildade, sem arrogância.
5.Não “compre briga” com a banca.
6.Demonstre energia, vontade e não seja indiferente, apático.
7.Vista-se de acordo com a ocasião, apresente-se como o profissional que você é ou que gostaria de ser. Não esqueça: não é um dia qualquer.
8.Flexione a voz, não mantenha um tom constante, crie contrastes.
9.Defenda seu trabalho com convicção: não use “eu acho”, substitua por “eu acredito”, etc.
10.Descanse e durma bem a noite anterior.
11.Deixe um relógio na mesa para não precisar ficar olhando para o pulso toda hora.
12.Se você usa óculos de grau eventualmente, esse é o dia de usá-lo.
13.Se possível, utilize recursos visuais (datashow…)
14.Visite a sua sala antes da apresentação. Ambiente-se com o espaço. Visualize-se apresentando.
15.Segure uma caneta na mão. Assim você não corre riscos de fazer gestos obscenos.
16.Se houver oportunidade, movimente-se. Demonstra segurança em relação a apresentação e domínio do tema.
17.Não peça desculpas. Ignore os erros. Siga adiante. Você deve retificar apenas se o erro for de “conteúdo”, não “de apresentação” (esquecer palavras, branco, etc.)
18.O que está em jogo é a sua segurança em relação a sua escolha e a execução do seu trabalho. 19.Seja firme. Defenda com vontade as suas escolhas.
20.Use o seu orientador como álibi. Se você não souber responder alguma questão. Diga que “nós” optamos por seguir essa linha… ou “conforme o meu orientador”… (nesse dia o seu orientador não irá intervir na sua apresentação.)
21.A melhor maneira de preparar, é ler o conteúdo umas vinte vezes e depois apresenta-lo na frente do espelho mais umas vinte vezes.
22.Nada substitui o treino. Depois da quinta “tentativa” de apresentação, você começa a ligar o “automático” e a apresentação flui sem maiores esforços. As demais são para ajustes…
Boa Sorte a Todos!!
fonte: http://meiradarocha.jor.br/news/2007/05/17/dicas-para-defesa-do-tcc/
2.Seja objetivo e conciso
3.Olhe nos olhos da banca e da platéia. Demonstre segurança (se estiver com medo, olhe para a testa ou para cabeça que o efeito é o mesmo…)
4.Faça pequenas pausas entre os assuntos.
Seja profissional/ a apresentaço deve ser de igual para igual, com humildade, sem arrogância.
5.Não “compre briga” com a banca.
6.Demonstre energia, vontade e não seja indiferente, apático.
7.Vista-se de acordo com a ocasião, apresente-se como o profissional que você é ou que gostaria de ser. Não esqueça: não é um dia qualquer.
8.Flexione a voz, não mantenha um tom constante, crie contrastes.
9.Defenda seu trabalho com convicção: não use “eu acho”, substitua por “eu acredito”, etc.
10.Descanse e durma bem a noite anterior.
11.Deixe um relógio na mesa para não precisar ficar olhando para o pulso toda hora.
12.Se você usa óculos de grau eventualmente, esse é o dia de usá-lo.
13.Se possível, utilize recursos visuais (datashow…)
14.Visite a sua sala antes da apresentação. Ambiente-se com o espaço. Visualize-se apresentando.
15.Segure uma caneta na mão. Assim você não corre riscos de fazer gestos obscenos.
16.Se houver oportunidade, movimente-se. Demonstra segurança em relação a apresentação e domínio do tema.
17.Não peça desculpas. Ignore os erros. Siga adiante. Você deve retificar apenas se o erro for de “conteúdo”, não “de apresentação” (esquecer palavras, branco, etc.)
18.O que está em jogo é a sua segurança em relação a sua escolha e a execução do seu trabalho. 19.Seja firme. Defenda com vontade as suas escolhas.
20.Use o seu orientador como álibi. Se você não souber responder alguma questão. Diga que “nós” optamos por seguir essa linha… ou “conforme o meu orientador”… (nesse dia o seu orientador não irá intervir na sua apresentação.)
21.A melhor maneira de preparar, é ler o conteúdo umas vinte vezes e depois apresenta-lo na frente do espelho mais umas vinte vezes.
22.Nada substitui o treino. Depois da quinta “tentativa” de apresentação, você começa a ligar o “automático” e a apresentação flui sem maiores esforços. As demais são para ajustes…
Boa Sorte a Todos!!
fonte: http://meiradarocha.jor.br/news/2007/05/17/dicas-para-defesa-do-tcc/
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Ferramentas da Internet em favor do Profissional de Contabilidade
A Internet e suas inúmeras ferramentas, (entre elas os Blogs), podem ser de grande utilidade para o profissional de Contabilidade. Conhcer e aplicá-las de forma eficiente pode ser o diferencial em um mercado cada vez mais competitivo.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Calendário de Apresentações
DATA ATIVIDADE
22/04 Marketing & Internet - Ferramentas
28/04 Plano de marketing – Internet e outras ferramentas de promoção
29/04 Plano de marketing - Apresentação 01 (Nicoli)
05/05 Plano de marketing - Apresentação 02 (Anderson)
06/05 Plano de marketing - Apresentação 03 (Gabriel)
12/05 Plano de marketing - Apresentação 04 (Célio)
13/05 Plano de marketing - Apresentação 05 (Mirian)
19/05 Plano de marketing - Apresentação 06 (Fortunata)
20/05 Plano de marketing - Apresentação 07 (Stefano)
26/05 Plano de marketing - Apresentação 08 (Patrick) Ap. 9 (Gabriele)
27/05 Plano de marketing - Apresentação 10 (Caciani)
02/06 Plano de marketing - Apresentação 11 (Fabio)
03/06 Plano de marketing - Apresentação 12 (Juliana)
09/06 Plano de marketing - Apresentação 13 (Vinícius)
10/06 Plano de marketing - Apresentação 14 (Janaína) e 15 (Maurício)
16/06 Revisão
17/06 Prova 2º. Bimestre
23/06 Correção da Prova e Entrega das Notas
24/06 Encerramento
02/07 Exame Final
03/07 Exame Final
22/04 Marketing & Internet - Ferramentas
28/04 Plano de marketing – Internet e outras ferramentas de promoção
29/04 Plano de marketing - Apresentação 01 (Nicoli)
05/05 Plano de marketing - Apresentação 02 (Anderson)
06/05 Plano de marketing - Apresentação 03 (Gabriel)
12/05 Plano de marketing - Apresentação 04 (Célio)
13/05 Plano de marketing - Apresentação 05 (Mirian)
19/05 Plano de marketing - Apresentação 06 (Fortunata)
20/05 Plano de marketing - Apresentação 07 (Stefano)
26/05 Plano de marketing - Apresentação 08 (Patrick) Ap. 9 (Gabriele)
27/05 Plano de marketing - Apresentação 10 (Caciani)
02/06 Plano de marketing - Apresentação 11 (Fabio)
03/06 Plano de marketing - Apresentação 12 (Juliana)
09/06 Plano de marketing - Apresentação 13 (Vinícius)
10/06 Plano de marketing - Apresentação 14 (Janaína) e 15 (Maurício)
16/06 Revisão
17/06 Prova 2º. Bimestre
23/06 Correção da Prova e Entrega das Notas
24/06 Encerramento
02/07 Exame Final
03/07 Exame Final
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